segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Forever Free People

Se uma loja quiser ganhar meu coração, não precisa de muito, na verdade de uma coisa só: identidade. Sabe aquela coisa de reconhecer a peça de uma loja, mesmo estando fora dela? Então, a Free People e a Farm têm muito disso, as peças não são apenas peças, retratam estilos de vida, refletem o comportamento daqueles que as usam…até as músicas que tocam na rádio Farm são peculiares, remetem à marca de um jeito ou de outro…juro a vocês que onde quer que eu esteja, se escuto Tulipa Ruiz, ou Sara Tavares penso “nossa, isso é tão Farm…”
Então, a Free People é bem assim, e freqüentemente faz publicar no seu instagram looks cheios de personalidade. Nada do que as pessoas (nessa eu me incluo) chamam de “tendência”, o que é bastante legal, mas pra ser sincera já tomei um certo "enjoamento" do termo, pois carimba na testa da gente um “tem-que-usar”, como se fôssemos obrigadas a engolir tudo que não se parece com a gente em nome da itpopularização ou itidiotização, dá no mesmo.
O fato é que desejei usar vestidinho navy curtinho, pantalonas gigantescas, saias midi e shortinho de patchwork…nada que tenha em catálogos de moda convencionais. Como minha mente é meio randômica, a aleatoriedade me permite não me ligar muito em épocas, e sim no estado de espírito, e na vontade de criar (como vocês que me acompanham tô sempre desenvolvendo peças feitas por mim mesma).
Talvez por isso a Free People me agrade tanto com esses lookbooks mais novos, que abarcam as meninas boholentas, pinups, vintagistas, bucólicas e surfistas, tudo junto e misturado! Como sou várias em uma só, dona de muitos humores, me identifiquei total!

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